
As ações foram todas oriundas de denúncias de outros órgãos, como Ministério Público do Trabalho, Secretaria de Assistência Social, entre outros. Nenhuma por conta de denúncias da população, isso porque essas ainda são muito insipientes, segundo afirma o órgão.
O superintendente local, Júlio Brizzi, destacou que esse é um detalhe ainda a ser superado pela rede de combate à exploração do trabalho de crianças e adolescentes.
"Trabalhamos com um planejamento anual, baseado nas denúncias feitas, por exemplo, pelo conselhos tutelares. Porém, precisamos que a sociedade nos ajude, a questão cultural ainda é muito forte, principalmente no Interior, e é o nosso principal entrave para a erradicação desse mal", explica Brizzi.
Segundo dados da SRTE-CE, cerca de 90% desses menores trabalham num segmento classificado pelo Ministério do Trabalho entre as 82 piores formas de trabalho infantil: os serviços coletivos em ruas e logradouros públicos, onde atuam como ambulantes, guardadores de carro, guardas mirins, guias turísticos, entres outros. Os outros 10% são geralmente encontrados no comércio como, por exemplo, em mercados e feiras.
Fonte: Diário do Nordeste
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