
Entre tiros e freios de pneus, a população, não acostumada com tanta agitação, busca se esconder da insegurança que avança Ceará adentro. Em Independência, a 310 quilômetros de Fortaleza, dez homens encapuzados e de fuzis fizeram pessoas reféns, assaltaram o Banco do Brasil e ainda balearam o advogado Edimar Ribeiro Duarte. Na Zona Norte, em Miraíma, a história foi parecida. Uma quadrilha de oito criminosos visitou a pacata cidade, tentou levar caixas eletrônicos e feriu a jovem Carla Samila Teixeira de Campos, de 18 anos.
Os assaltantes foram embora, mas deixaram o medo hospedado na lembrança. A insegurança se reflete nas palavras da comerciante Jarlene Silva, da primeira cidade atacada. "A gente fechou os portões. Ficamos todos deitados no chão. A casa de construção (em que ela trabalha) é perto da delegacia, é quase vizinho. A gente tem medo que voltem."
Fonte: Ceará Agora
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